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sábado, 20 de julho de 2013

Amizade

Neal Cassady e Jack Kerouac. 

Carolyn Cassady, esposa de Neal escreveu sobre a amizade dos dois na sua autobiografia:

“Jack sempre foi muito tímido, ainda que parecesse durão, era doce, sensível, passional. Neal era mais espontâneo, machão sem fazer esforço, mas também se interessava muito pelas palavras. Ele esperava que Jack pudesse ensiná-lo a ser do seu jeito. Eles eram opostos e muita gente achava que se pareciam. Neal era rude, Jack era mais introvertido e gostaria de ter a mesma iniciativa de neal com as mulheres. ”

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

NOITE BEAT NA GIBITERIA II

Foto: Devanir Magi

Foto: Guilherme Ziggy

Foto: Guilherme Ziggy 

Foto: Guilherme Ziggy

Dia 03 de agosto, numa sexta-feira aconteceu o Dossiê HQ especial Geração beat na Gibiteria. Foi muito legal, a Gibiteria lotou. Falei um pouco sobre a história por trás da minha hq sobre Jack Kerouac e o Cláudio Willer nos deu uma aula sobre Beat Generation, surrealismo, poetas malditos e movimentos artísticos de ruptura. Uma aula. Logo postarei vídeo do evento. Além disso falamos um pouco sobre o filme "Na estrada" de Walter Salles. O debate sobre o filme já havia começado antes, no blog do Willer, quem quiser conferir é só clicar: http://claudiowiller.wordpress.com/2012/08/02/na-estrada-o-debate-continua/. Obrigado Octávio, Willer e Raphael Fernandes por fazerem parte dessa noite especial.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Resenha

Saiu uma matéria bacana sobre o Jack Kerouac e os beats na revista Literatura nº 36 de maio deste ano. De lá extraí este trecho da matéria escrito pela professora e escritora Amália Pimentel:

Técnica para Prosa Moderna, uma lista de 30 conselhos “essenciais” de Jack Kerouac. Em tradução livre (de Amália Pimentel), seguem alguns deles:
  • Rabisque anotações secretas e páginas datilografadas com selvageria, para sua própria diversão.
  • Esteja disposto a tudo, aberto, prestando atenção.
  • Seja apaixonado pela própria vida.
  • Escreva o que você profundamente desejar, do mais profundo de sua mente.
  • Remova inibições literárias, gramaticais e sintáticas.
  • Como Proust, seja um viciado no tempo.
  • Escreva em homenagem e admiração por si mesmo.
  • Aceite suas perdas.
  • Acredite na linha sagrada da vida .
  • Não tenha medo ou vergonha da dignidade da sua experiência, sua língua e seu conhecimento.
  • Redija de forma selvagem, indisciplinada, pura, que venha de dentro, quanto mais louca melhor. 

Para ler a matéria completa clique aqui.

"Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam."

Jack Kerouac.

Livro

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